domingo, 14 de outubro de 2018

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA - 13ª edição

Concurso Nacional de Leitura 
13.ª edição



Aberto o concurso e escolhidas as obras a nível de escola, só falta a tua participação.
Inscreve-te na biblioteca (no PBX ou junto do teu professor de português).

A prova de seleção vai ser em dezembro, na escola. 


A fase nacional, este ano letivo, vai ser em Braga.


Lê o regulamento em:

http://www.pnl2027.gov.pt/np4/13aedcnl.html





FASE  ESCOLAR

OBRAS ESCOLHIDAS


3º Ciclo














Ensino Secundário



3º Ciclo
"Sexta-feira ou a Vida Selvagem" - Michel Tournier

Ensino Secundário
"Crónica de uma Morte Anunciada" - Gabriel García Márquez

OUTUBRO, MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES







Temos estado lá. Em trabalho articulado, durante esta semana, fomos um pouco acima dos 300 alunos.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

FORMAÇÃO DE UTILIZADORES+LITERACIA DA INFORMAÇÃO E DOS MÉDIA

Todas as novas turmas são chamadas para conhecerem a biblioteca escolar da sua nova escola: espaço, valências, procedimentos, funcionamento, o real e o virtual... as potencialidades deste centro de recursos plural. E fazem-no integrando, a par de momento teórico (45 min), atividade de caráter curricular com a disciplina de Português (outros 45 min). O grande enfoque, este ano, foram os periódicos - as notícias marcantes, e como fazer as referências bibliográficas de artigo de jornal ou revista impressos bem como de documentos eletrónicos.
Também há outros exercícios que se prendem com o projeto de leitura e com a consulta de dicionários (em suporte papel e eletrónico).

Tudo isto em forma de dizer BEM-VINDOS! à biblioteca, à ESCOLA! Durante o mês de outubro, mês internacional das bibliotecas escolares.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

JORGE PAIVA na ESDMII





“Biodiversidade, água e vida” é o tema da palestra a ter lugar no Pequeno Auditório da Escola Secundária D. Maria II, no dia 11 de julho, pelas 15horas, proferida pelo Professor Doutor Jorge Paiva.

A palestra destina-se, prioritariamente, a alunos do 10º ano dos cursos científico-humanísticos de ciências e tecnologias, uma vez que surge integrada num projeto colaborativo pluridisciplinar com a biblioteca escolar – “Não há, não, duas folhas iguais em toda a criação”, que visa, entre outros objetivos, a classificação da zona verde da escola.

“Eu sou um selvagem” - diz de si próprio, porque nasceu no meio da selva, em Cambondo (Angola), onde a biodiversidade do meio natural certamente modelou o seu destino. Talvez por isso tenha procurado, no seu percurso de vida, sair da sala de aula, encontrando e divulgando a ciência fora dela, em trabalho de campo sistemático. O seu neto, Diogo, apelida-o de “Indiana Jones”. Um “Indiana Jones”, que não se mete em lutas, sem pistolas nem chicote, mas com chapéu, aventureiro e corajoso, que trepa às árvores e se aproxima dos animais para lhes tirar fotos.

Comunicador vivo e expressivo, incansável, Jorge Paiva tem dedicado toda a sua vida à divulgação da ciência, sobretudo junto dos mais novos, no intuito de os educar para a preservação da Natureza, preservação da sua própria casa. Reconhecido, premiado inúmeras vezes, ele é a voz que precisamos de ouvir, porque “ele sabe o que está certo”- como diria Agustina,  neste campo que tem de ser o de todos nós, contra os interesses económicos de vistas curtas, predadores da Vida.

Para saber mais
Página pessoal de Jorge Paiva:
Grande Prémio Ciência Viva 2014:
http://www.cienciaviva.pt/premioscvmontepio2014/GPCV/





Entrega de prémios na biblioteca escolar

Dia 6 de junho houve festa na biblioteca para entrega de prémios.
Um momento de reconhecimento e de convívio, homenageando os vencedores das atividades concursais da biblioteca escolar desenvolvidas ao longo do ano.
Aos alunos do 12º ano que partirão para outra etapa das sua vidas, os nossos votos de felicidade e de sucesso.

maio de 68

REVOLUÇÃO DE IDEIAS E UTOPIAS


Os alunos do 9º ano, turma A, com a sua professora de História, criaram um momento epocal referente ao maio de 68 na biblioteca escolar. Depois de um trabalho de pesquisa, de recolha, elaboração e partilha de textos e outros documentos em padlet, foi o momento de recriar cartazes com dizeres emblemáticos, expor fotografias da época e montar uma barricada contra preconceitos e tabus. A imaginação subiu ao poder e a poesia saiu à rua, ao som de Brassens, Mostaki e outros artistas.